O Espadachim de Carvão de Affonso Solano |Jorgiana Parise

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O Espadachim de Carvão

Falar sobre esse livro é um tanto quanto complicado pra mim (mas, promessa é dívida), achei ele ao acaso logo que assinei o KindleUnlimeted, não sabia nada sobre o autor, e só foi descobrir que ele é conhecido no lado nerd da internet ao pesquisar um pouco pra esse post. O que me levou a ler (além do e-book estar gratuito) foram o título e a sinopse que me chamaram a atenção.

O Espadachim de Carvão é um livro de fantasia escrito pelo brasileiro Affonso Solano, que se passa em Kurgala, um mundo que foi abandonado pelos Quatro Deuses trouxera vida para lá, os Dingirï. É nesse mundo que conhecemos Adapak, um jovem espadachim em fuga. O mundo e a mitologia de Kurgala são muito bem desenvolvidos, você consegue imaginar o mundo que o autor criou, o enredo e as aventuras do espadachim provavelmente vão empolgar amantes de livros de fantasia.

Um ponto que é ao mesmo tempo positivo e negativo na história são as personagens tanto o protagonista quanto os secundários, alguns são mal construídos e outros apenas mal aproveitados mesmo, aqui vou focar no protagonista, pois escrever sobre o problema das outras personagens seria um baita spoiler, porém não posso deixar de comentar que tanto T’arish quanto Sirara, as duas personagens femininas mais presentes na trama, foram muito mal aproveitadas, a segunda em especial, mas a esperança é a última que morre e eu espero que isso melhore em As Pontes de Puzur.

Agora vamos ao protagonista, Adapak, bem ele é ao mesmo tempo extremamente interessante e completamente sem graça. Calma, já explico, ele é simplesmente muito “apelão” é o personagem mais jovem do livro, porem domina a técnica espadachim mais complexa existente, é muito inteligente e fala todas, T-O-D-A-S, as línguas de Kurgala. Ok, isso tem uma explicação no livro, mas achei meio preguicinha. O lado interessando desse espadachim é que ele é um personagem completamente inocente, que nunca saiu da casa do pai, somado a sua aparência que o destaca em meio a uma multidão, Adapak é negro, com olhos inteiramente brancos e não possui nariz nem orelhas, apenas orifícios em seus lugares.

No fim das contas dei 3 estrelas (estou tentando ser um pouco mais rígida com as notas do livros), foi uma leitura que me divertiu enquanto durou, pretendo ler a continuação esse ano, e é a mesma coisa que rolou com comigo lendo Draccon, tem potencial, gostei, mas vi falhas e vou ver se melhora no próximo.

Beijos ;*

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