Leituras de Janeiro-2016 |Jorgiana Parise

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Olá!

Então pessoas, a Amanda já fez o post dela sobre o mesmo assunto na semana passada e agora é a minha vez, e bem antes de começar só queria avisar que também estou acompanhando o calendário do Vitor Martins, e que, além dele, estou participando do Reading Challenge organizado pela Victoria do Chiclete Violeta, e não pretendo repetir livros para nenhuma categoria e nem entre os dois desafios, já que minha meta esse ano é chegar a 100 livros lidos (o que vai ser meio difícil, mas…)

Durante esse mês, apesar de tudo que aconteceu, e eu consegui ler 4 livros, sim quatro livros! Só não fico mais feliz com o resultado porque eu sei que poderia ter lido mais se não tivesse ficado horas a fio jogando Piano Tiles 2 no celular (me julguem, mas esse treco vicia), ou “amassando” os gatos e praticamente flodando a timeline dos amiguinhos com fotos deles.

leituras de janeiro

1 – O primeiro livro concluído de 2016 foi O Magico de Oz de L. Frank Baum, que recebeu 3 de 5 estrelas no Skoob, e por incrível que pareça, já tem resenha aqui e ele cumpriu um dos requisitos do Reading Challenge, que é ler um livro que foi transformado em musical.

2 – Depois eu finalmente terminei O Espadachim de Carvão do Affonso Solano, que também ganhou 3 de 5 estrelas no Skoob, e também tem resenha aqui, olha que menina comprometida estou sendo (sinta a ironia),

3 – O terceiro livro, que na verdade é a transcrição de um discurso, foi Sejamos Todos Feministas da Chimamanda Ngozi Adichie, e esse ganhou 5 de 5 estrelas no Skoob, e de quebra o meu coração, principalmente porque quando li eu havia acabado de receber uma avalanche de machismo, com direito a escutar que a culpa de ter tantas crianças mal-educadas e agressivas é das mulheres que resolveram trabalhar fora! (Afinal, a gente faz filho sozinha, não é mesmo?). Não tem post aqui, e acho muito difícil que algum dia eu venha a fazê-lo, porque é muito complicado para mim pôr em palavras tudo o que eu senti enquanto lia.

4 – O quarto e último livro de Janeiro foi O Herói Perdido, primeiro livro da série Os Herois do Olimpo escrita pelo Rick Riordan, esse livro foi escolhido para cumpri o desafio de Janeiro do calendário do Vitor Martins, que era iniciar uma serie ou trilogia. Gostei do livro, foi divertido, dei 3 estrelas de 5 no Skoob e quando eu terminar a serie faço um post aqui.

E vocês leram bastante?

 

 

 

 

O Espadachim de Carvão de Affonso Solano |Jorgiana Parise

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O Espadachim de Carvão

Falar sobre esse livro é um tanto quanto complicado pra mim (mas, promessa é dívida), achei ele ao acaso logo que assinei o KindleUnlimeted, não sabia nada sobre o autor, e só foi descobrir que ele é conhecido no lado nerd da internet ao pesquisar um pouco pra esse post. O que me levou a ler (além do e-book estar gratuito) foram o título e a sinopse que me chamaram a atenção.

O Espadachim de Carvão é um livro de fantasia escrito pelo brasileiro Affonso Solano, que se passa em Kurgala, um mundo que foi abandonado pelos Quatro Deuses trouxera vida para lá, os Dingirï. É nesse mundo que conhecemos Adapak, um jovem espadachim em fuga. O mundo e a mitologia de Kurgala são muito bem desenvolvidos, você consegue imaginar o mundo que o autor criou, o enredo e as aventuras do espadachim provavelmente vão empolgar amantes de livros de fantasia.

Um ponto que é ao mesmo tempo positivo e negativo na história são as personagens tanto o protagonista quanto os secundários, alguns são mal construídos e outros apenas mal aproveitados mesmo, aqui vou focar no protagonista, pois escrever sobre o problema das outras personagens seria um baita spoiler, porém não posso deixar de comentar que tanto T’arish quanto Sirara, as duas personagens femininas mais presentes na trama, foram muito mal aproveitadas, a segunda em especial, mas a esperança é a última que morre e eu espero que isso melhore em As Pontes de Puzur.

Agora vamos ao protagonista, Adapak, bem ele é ao mesmo tempo extremamente interessante e completamente sem graça. Calma, já explico, ele é simplesmente muito “apelão” é o personagem mais jovem do livro, porem domina a técnica espadachim mais complexa existente, é muito inteligente e fala todas, T-O-D-A-S, as línguas de Kurgala. Ok, isso tem uma explicação no livro, mas achei meio preguicinha. O lado interessando desse espadachim é que ele é um personagem completamente inocente, que nunca saiu da casa do pai, somado a sua aparência que o destaca em meio a uma multidão, Adapak é negro, com olhos inteiramente brancos e não possui nariz nem orelhas, apenas orifícios em seus lugares.

No fim das contas dei 3 estrelas (estou tentando ser um pouco mais rígida com as notas do livros), foi uma leitura que me divertiu enquanto durou, pretendo ler a continuação esse ano, e é a mesma coisa que rolou com comigo lendo Draccon, tem potencial, gostei, mas vi falhas e vou ver se melhora no próximo.

Beijos ;*

O Magico de Oz de L. Frank Baum | Jorgiana Parise

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Oi gente!

Então resolvi ler O Magico de OZ, que era uma daquelas histórias que eu conhecia pelo que ouvia os outros falando, não me lembro nem de ter visto o filme inteiro alguma vez, então estava eu escolhendo os ebooks que iria ler esse mês, e me deparo com ele.

O Magico de Oz nos apresenta a Dorothy, uma garotinha que vivia com os tios em uma cinzenta cidade do Kansas, mas ela não era cinzenta igual a tudo ao seu redor, Dorothy consegue rir com facilidade, em partes por causa de seu inseparável amigo, Totó, um cachorrinho inteiramente preto.

Como, acredito eu, todos já sabem Dorothy, junto com Totó, foi levada para a maravilhosa terra de Oz através de um ciclone que atingiu sua casa. Logo em sua chegada a menina acaba matando uma das bruxas más e ganha seus sapatos de prata (sim, prata, nada de vermelho minha gente) e um beijo de proteção de uma das bruxas boas como agradecimento e compensação por não ter poderes suficientes para manda-la para casa. É nesse ponto em que Dorothy começa sua jornada para a Cidade das Esmeraldas pela estrada de tijolos amarelos, e ao longo se sua jornada conhece seus novos amigos. E juntos eles vão superando seus medos e seus “defeitos”.

O livro possui uma linguagem super fácil por ser um infantil, mas te prende do início ao fim, faz você querer estar naquele mundo, andar na estrada de tijolos amarelos junto a Dorothy, Totó, Espantalho, Lenhador de Lata e Leão Covarde. Eu amo histórias que envolvam mundos mágicos com suas próprias mitologias, e depois dessa leitura a única coisa que me deixou um pouco chateada foi não ter lido antes.

 

Agora duas coisinhas que eu preciso falar:

1° Eu disse que ia postar quem ganhou o pequeno sorteio que fiz e não postei porque a casa da minha mãe encheu de gente, tipo encheu muito mesmo, mas a ganhadora foi a Érika Costa, o livro já foi enviado e tudo.

2º Tem várias coisas não muito legais acontecendo na minha vida, porém depois de refletir bastante resolvi não ficar remoendo essas coisa e dar o máximo de atenção que eu conseguir pra coisas que eu gosto e me fazem feliz, como escrever aqui no blog, então meta pra esse ano é fazer post sobre tudo que eu conseguir ler.

É isso, espero que tenham gosto

Beijos ;*

Maratona 24h+Sorteio |Jorgiana Parise

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Oie pessoas! Voltei! Post rapidinho só pra convidar pra uma rápida maratona (não tá valendo nada além de adiantar leituras) e sorteio que estou fazendo lá no meu canal.

Em breve eu vou trazer alguns post interessantes, eu juro!

Obs.: Minha câmera é horrível eu sei, mas a câmera do meu celular ta todo bugada, e não rola money pra uma nova tão cedo.

Links mencionados:

Formulário:
https://docs.google.com/forms/d/1cf3vm_w2E8F0aroqbO_CArJ7LOh6j7vbBK5hOUB6MQ8/viewform?usp=send_form

Pág. do Blog:
https://www.facebook.com/estrelandoblog/?ref=hl

Resenha: O Demonologista de Andrew Pyper |Jorgiana Parise

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Antes de tudo, que gostaria de pedir desculpas por não estarmos postando nos últimos dias (principalmente eu), mas assim, a verdade é que eu deveria estar fazendo uma resenha pra faculdade e não para o blog, só que minha consciência ficou pesada e eu precisava muito me livrar desse peso pra me concentrar em teóricos linguistas novamente.

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Qualquer pessoa que já tenha me ouvido falar sobre O Demonologista sabe que eu não gostei desse livro, que ele foi culpado por boa parte do flop da maratona de inverno desse ano, então eu finalmente vou explicar todo esse “ódio” por esse livro.

Se você estiver se perguntando, porque você comprou ele afinal? Foi por motivos de hype, eu estava louca por um livro da Darkside, e todo mundo começou a mostrar esse livro e falar um pouquinho da premissa, que é um professor universitário correndo para salvar a filha de uma espécie de sequestro comandado por demônios, então eu meio que criei muita expectativa e achei que era uma boa ideia e comprei! Me arrependi? Um pouco.

Basicamente os pontos positivos do livro são méritos da editora e não da historia em si, a premissa não foi nem aproveitada, o ritmo de leitura é maçante, e você só consegue acreditar que o personagem principal é um homem adulto, pai e professor no comecinho do livro,  depois do sequestro e das poucas cenas que realmente apavoram (coisas sutis, como portas que se abrem sozinhas)  você não consegue identificar David Ullmman como um adulto, ele parece um adolescente na maior parte do tempo, sem maturidade e sem rumo, ok a filha era o rumo dele, era, mas em diversos momentos você vê que a filha, que é uma pré-adolescente, é muito mais madura que ele, além de algumas coisas que acontecem e  não fazem o menor sentido para a historia!

Existe uma pequena tentativa abortada de romance, que nem deveria estar ali, que me irritou demais, porque reforça aquela ideia de que homem e mulher não podem ser amigos sem ter segundas intenções, como se esses dois personagens não pudessem nutrir carinho um pelo outro se não estivessem em uma relação amorosa, isso num livro que o foco deveria ser o relacionamento afetivo entre pai e filha, que foi muito mal aproveitado também, pois existe um diálogo entre David e a mãe da menina onde ela fala que eles “as vezes vivem em um mundo só deles, um lugar onde ela não consegue entrar”, mas isso não é mostrado uma vez sequer!

Por fim, achei um livro extremamente pretencioso, que te faz pensar que você vai ler uma puta historia de terror psicológico (peço desculpas pelo palavrão) misturado com o relacionamento fraternal entre esses dois personagens e não ocorre nem um, nem outro, David fica a maior parte do tempo confuso e sem fazer porcaria nenhuma, não se meche, não reage, e quando finalmente sai da inercia, simplesmente não faz sentido!

O Demonologista ganhou duas estrelas, e meu ódio durante a maratona!

É isso! Um beijo!

E mais uma vez, estamos tentando cumprir um cronograma, mas a vida é uma coisa complicada!